Projetos APTA no Departamento de Descentralização do Desenvolvimento, Polo Regional Centro Norte

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Estudo da infestação de percevejo-preto em campos comerciais de amendoim, caracterização de danos e testes iniciais de controle químico do inseto

n° SGP 1758

No Brasil são citadas como pragas da cultura do amendoim cerca de 20 espécies de insetos, atacando em alguma fase de desenvolvimento das plantas. Entre as pragas de solo comumente são relatadas em amendoim os percevejos castanhos e o percevejo-preto. O percevejo-preto, Cyrtomenus mirabilis (Perty, 1836) (Hemiptera: Cydnidae) é a principal praga de solo em amendoim. Sua ocorrência tem aumentado nos últimos anos no estado de São Paulo. Esse percevejo também ataca as raízes assim como as espécies de percevejo castanho. No entanto, seu principal prejuízo está relacionado ao ataque em vagens na fase de desenvolvimento dos grãos, na qual ninfas e adultos inserem o estilete de seu aparelho bucal, atingindo os grãos em desenvolvimento. Ao se alimentarem dos grãos, os mesmos tornam-se manchados impróprios para comercialização (Figura 1). Os prejuízos podem ser de grande magnitude se se considerar o mercado de amendoim blancheado (sem pele) e o fato de esses ferimentos servirem como porta de entrada a fungos produtores de aflatoxina. Estudos relacionados a estes insetos em amendoim são escassos e por isso não há um plano de amostragem, nem mesmo medidas de controle eficientes. Uma forma de se identificar a presença do percevejo na área é através de armadilhas luminosas. Armadilhas luminosas são consideradas dispositivos para atração e captura de insetos nas formas aladas e que apresentam fototropismo positivo (que possuem atividade noturna e são atraídos pela luz entre as 19:00 e 05:00 horas), como é o caso dos percevejos. Assim, os objetivos deste projeto são: identificar a(s) espécie(s) que ocorre(m) na cultura do amendoim nas diferentes regiões do Estado de São Paulo; estudar a flutuação populacional de adultos e estratificar a ocorrência em diferentes profundidades no solo em áreas comerciais de amendoim; quantificar os danos do inseto em condições controladas (casa-de-vegetação) e avaliar eficiência de inseticidas no controle e redução dos danos do inseto.

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  Marcos Doniseti Michelotto      Apta Regional / IAC

ATIVIDADE RESIDUAL DE IMAZAPIC SOBRE CULTURAS DE ROTAÇÃO COM AMENDOIM

n° SGP 1511

A sucessão e rotação de culturas são componentes vitais da agricultura moderna, porém a utilização de herbicidas com efeito residual pode acabar prejudicando uma cultura não tolerante cultivada em sucessão. O objetivo desse projeto é avaliar o efeito fitotóxico residual do imazapic aplicado na cultura do amendoim sobre o desenvolvimento e produtividade das culturas de soja, milho, feijão, algodão e cana-de-açúcar que serão plantadas em sucessão em diferentes épocas. O experimento será conduzido em área experimental do Polo Regional Centro Norte, Pindorama-SP, por dois anos agrícolas. O delineamento experimental será em blocos ao acaso arranjados em parcelas sub-subdivididas, em que as parcelas principais consistirão na presença ou ausência do tratamento prévio do amendoim com imazapic, as subparcelas serão as culturas de sucessão (algodão, cana-de-açúcar, feijão, milho e soja) e as sub-subparcelas serão as épocas de plantio das culturas de sucessão. Serão avaliados: os resíduos de imazapic no solo, mortalidade das plantas e os sintomas de fitotoxicidade, características fisiológicas, desenvolvimento vegetativo e produtividade das culturas de sucessão, além dos efeitos sobre a comunidade infestante.

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  Maria Beatriz Bernardes Soares      Apta Regional / IAC

ESTUDOS PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM PLANO DE MANEJO DA VIROSE, DOENÇA EMERGENTE NA CULTURA DO AMENDOIM EM SÃO PAULO

n° SGP 1242

A proposta deste projeto é desenvolver um pacote tecnológico através de um plano de manejo para supressão dos danos causados por uma doença virótica, emergente no estado de São Paulo. Nas safras 2012/13, 2013/14 e 2014/15, áreas comerciais de amendoim em alguns municípios do estado de São Paulo foram identificadas com alta incidência de plantas com sintomas típicos de virose, a qual é genericamente chamada de “vira-cabeça”. Em levantamento inicial, o vírus foi identificado como Groundnut ring spot virus (GRSV). No sudeste dos Estados Unidos, uma virose com sintomas mais ou menos semelhantes ocorre na cultura do amendoim há cerca de quinze anos, mas a espécie de vírus é identificada como TSWV (Tomato spotted wilt virus). GRSV e TSWV são classificadas no gênero Tospovirus, e são transmitidas exclusivamente por tripes adultos, caso tenham sido infectados durante o 1º ou início do 2º instar. Nos Estados Unidos, dentre as espécies de tripes vetoras, destacam-se principalmente Frankliniella fusca (Hinds) e Frankliniella occidentalis (Pergande). No Brasil, nenhuma destas espécies é considerada praga em amendoim, somente o tripes-do-prateamento, Enneothrips flavens Moulton. No entanto, em levantamento preliminar de áreas infectadas com a virose, verificou-se um grande número de tripes da espécie Frankliniella schultzei Trybom em flores de amendoim. Nos Estados Unidos, para a redução dos prejuízos causados pela doença, são adotadas diversas praticas de manejo como o uso de cultivares com algum nível de resistência ou tolerância à virose, escolha da época de plantio, plantio adensado e plantio sobre palhada de cultura anterior. Nas condições de São Paulo, não há informações sobre o comportamento das cultivares nacionais em relação à doença, nem sobre o efeito de práticas de manejo sobre a severidade da doença. Assim, o objetivo deste projeto é formular um plano de manejo para redução do impacto desta doença em São Paulo, através da realização de levantamentos nas regiões produtoras comerciais para confirmação da(s) espécie(s) de vírus, levantamento dos tripes para identificação dos possíveis vetores, quantificação dos danos causados pela doença, testes de campo com cultivares e linhagens do programa de melhoramento do IAC para identificação de genótipos resistentes ou tolerantes, e estudo dos efeitos da densidade de plantas e do arranjo de linhas de plantio sobre a expressão e severidade da doença.

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  Marcos Doniseti Michelotto      Apta Regional / IAC

Biologia de plantas daninhas nas culturas em sucessão a cana-de-açúcar

n° SGP 1178

A cana-de-açúcar é uma das principais culturas brasileiras e a interferência proporcionada pelas plantas daninhas acarreta redução significativa no rendimento da cultura. O objetivo deste trabalho será avaliar a influência de três sistemas de manejo do solo e três importantes culturas comerciais como culturas de sucessão na supressão de plantas daninhas e na composição da comunidade infestante em áreas de reforma de cana crua. O experimento será instalado sobre ARGISSOLO Vermelho-Amarelo eutroférrico, em canavial colhido sem queima prévia nos últimos cinco cortes. Será utilizado delineamento experimental em blocos casualizados, com os tratamentos arranjados em parcelas sub-divididas e dispostos em quatro repetições, sendo os tratamentos principais três sistemas de cultivo; convencional, cultivo mínimo e plantio direto e os tratamentos secundários de três opções de culturas comerciais (amendoim, girassol e soja) e uma parcela em pousio. Após 180 dias da colheita da cana-de-açúcar será contado o número de plantas daninhas.m-² e determinada a massa seca da parte aérea, calculando assim seus índices fitossociológicos. 

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  Maria Beatriz Bernardes Soares      Apta Regional / IAC

IMPLANTAÇÃO DE UNIDADE DE OBSERVAÇÃO COM DIVERSOS CULTIVARES DE DENDÊ E MACAÚBA EM PINDORAMA, SP

n° SGP 1162

 Implantação de Unidade de Observação para avaliação do desenvolvimento de doze cultivares de dendê/palma de óleo e dois cultivares de macaúba.
O experimento será conduzido no Polo Regional Centro Norte, vinculado a Agência Paulista de Tecnologia do Agronegócio-APTA, localizado no município de Pindorama, SP. A área experimental tem solo caracterizado como argissolo eutrófico, considerado profundo, com horizonte A arenoso e horizonte B textural com alta fertilidade e topografia plana.
O delineamento experimental será em blocos ao acaso com 14 tratamentos (12 cultivares de dendê/palma de óleo e 2 de cultivares de macaúba) e 6 repetições, totalizando 84 parcelas contendo de 8 a 10 plantas cada. 
As mudas de dendê/palma de óleo serão provenientes de sementes pré germinadas, doadas pela Embrapa e pela ASD da Costa Rica. Estas foram formadas no viveiro de mudas do Polo Regional Centro Norte.
As mudas de macaúba serão fornecidas pela FERTIBOM, sendo um cultivar proveniente do estado de São Paulo e o outro de Minas Gerais.
O preparo do solo será realizado por meio de uma gradagem com grade aradora e duas gradagens com niveladora. Em seguida serão feitos os sulcos para marcação das linhas de plantio na distância de 6,10m cada, acompanhando-se as curvas de nível do terreno. As covas serão marcadas nas linhas a distância de 7,00m cada e serão abertas nas dimensões de 0,60m de diâmetro por 0,60m de profundidade, com broca do tipo rosca sem fim acoplada ao trator MF 275 e acionada através de tomada de força.
A correção do solo será realizada na cova de plantio através da mistura 2kg de calcário dolomítico ao solo retirado de cada uma. Para adubação de plantio será aplicado 1,5kg de superfofato simples granulado por cova.
Antes de serem levadas para o campo as mudas serão selecionadas e padronizadas, passando por um toalete para limpeza de folhas secas.
Após o sorteio da posição de cada parcela nos blocos, as mudas serão transportadas e posicionadas próximo às sua respectiva cova. Em seguida será retirada da sacola plástica, plantada na cova e irrigada até o seu pegamento.
Avaliações:
Serão avaliados nos três primeiros anos: 
. Desenvolvimento: altura de plantas, diâmetro do caule, inflorescência das plantas precoces, se houver; 
. Sanidade: ocorrência de pragas e doenças fungicas das palmáceas, principalmente aquelas introduzidas.

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  Everton Luis Finoto      Apta Regional / IAC

Sistemas de Integração Lavoura e Pecuária na Recria de Bovinos de Corte

n° SGP 786

 A pesquisa agropecuária brasileira, assim como em todo o mundo, em décadas passadas, desenvolveu-se sobre um sistema convencional de manejo de solo, de culturas e de pastagens, separadamente. O desenvolvimento tecnológico que permitiu o grande avanço no setor do agronegócio brasileiro, tornando o Brasil um dos países mais competitivos no mercado internacional deu-se, principalmente, sobre esses sistemas. Sistemas de plantio direto em lavouras tiveram seu grande crescimento na década passada e a integração lavoura e pecuária (ILP) apenas em anos mais recentes. O objetivo deste projeto é o de avaliar diferentes modelos de sistemas de integração lavoura e pecuária, utilizando o sistema de plantio direto, no ambiente do produtor de bovinos de corte, com a finalidade de gerar informações para recuperar áreas com pastagens degradadas e colaborar no desenvolvimento de processos que possam promover sistemas produtivos sustentáveis. Este projeto tem o formato de um projeto temático, envolvendo diversas áreas de atuação, tendo como foco principal as demandas da cadeia produtiva da carne bovina. O experimento será conduzido na Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento de São José do Rio Preto, no Pólo Regional Centro-Norte, coordenado pelo Departamento de Descentralização do Desenvolvimento da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA).Para a avaliação dos sistemas ILP será utilizada uma área de 26 ha, formada com Brachiaria decumbens a mais de 15 anos, dividida de acordo com o delineamento estatístico de blocos ao acaso, com 6 tratamentos e 4 repetições, tendo como tratamentos: (T1) Pasto remanescente, com manutenção do manejo anterior; (T2) Pasto remanescente com exploração intensiva, reformado e adubado na primavera-verão, sem adoção de lavoura na reforma; Sistemas de manejo com integração lavoura/pecuária sempre com pastagem no outono/inverno sendo: (T3) lavoura de milho no verão seguida de um ano de pastagem no verão (lavoura a cada dois anos); (T4) lavoura de milho no verão seguida de dois anos de pastagem no verão (lavoura a cada três anos); (T5) lavoura de milho no verão em dois anos consecutivos, seguidas de um ano de pastagem no verão; (T6) lavoura de milho no verão em dois anos consecutivos seguidas de dois anos de pastagem. Nos primeiros anos de sua execução, este projeto contou com a contribuição da Fundação Agrisus, Bellman Nutrição Animal Ltda e Finep. 

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  Roberto Molinari Peres      Apta Regional / IZ

Avaliação de cultivares de milho para silagem no Estado de São Paulo

n° SGP 694

O  objetivo deste trabalho é identificar as cultivares de milho adaptadas à produção de forragem para ensilagem em cinco localidades do Estado de São Paulo (Andradina, Mococa, Pindorama, Tatuí e Votuporanga), juntamente com o Departamento de Zootecnia da USP/ESALQ, com o apoio de Empresas de Pesquisa e Produção de Sementes e o IAC. Serão semeados 5 ensaios por ano no período de outubro a dezembro, em delineamento experimental de blocos ao acaso com 4 repetições, em parcelas de 4 linhas de 10 metros, 80 cm de espaçamento e população de 62.500 planta/ha. As adubações de semeadura e de cobertura serão feitas conforme a recomendo pelo Boletins técnicos do IAC nº 100 e 200. Quando necessário, efetuar-se-á o controle da lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) mediante pulverizações com inseticida. A colheita para silagem será feita com teor e matéria seca (MS) das plantas inteiras entre 32 e 36%. Uma amostra de dez plantas por parcela será picada e seca em estufa para determinar o teor de matéria seca e, por meio do NIRS, o valor nutritivo da planta: proteína bruta, matéria mineral, extrato etéreo, fibra em detergente neutro, fibra em detergente ácido, proteína, amido e digestibilidade verdadeira in vitro da MS. Outras 10 plantas serão fracionadas e suas partes secas e quantificadas (colmo, espiga, grão). Efetuar-se-á análises individuais e conjuntas dos parâmetros agronômicos e de valor nutritivo. Com os dados de produção de massa seca por hectare e digestibilidade da MS obterá a produtividade de matéria seca digestível por hectare. Os dados obtidos serão divulgados em reunião de divulgação a ser divulgada, em artigos técnicos e científicos e também no site http://zeamays.hospedagemdesites.ws/silagem/

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  Solidete de Fátima Paziani      Apta Regional / IAC
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O SGP (Sistema de Gestão de Pesquisa) foi implementado em todas as unidades APTA, para centralizar o controle de todos os projetos desenvolvidos sob sua supervisão. [Ler mais]

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